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quinze espingardas e uma centena de tiros a disparar.   
   - Ó Athos - disse Aramis. – Você é realmente um grande homem! Porthos inclinou a cabeça em sinal de adesão.   
   Apenas D’Artagnan não parecia convencido.   
   Sem dúvida Grimaud partilhava as dúvidas do jovem, pois, vendo que   
   continuavam a caminhar para o bastião, coisa de que até então duvidara, puxou uma ponta da casaca do seu amo.   
   - Onde vamos? - perguntou por gestos. Athos mostrou-lhe o bastião. Grimaud pousou o cesto no chão e sentou-se, abanando a cabeça. Athos tirou uma pistola do cinto, verificou se estava bem escorvada,   
   engatilhou-a e aproximou o cano da orelha de Grimaud. Grimaud pôs-se de pé como uma mola. Então Athos fez-lhe sinal que pegasse no cesto e que caminhasse à frente. Grimaud obedeceu. Tudo o que o pobre moço ganhara com esta pantomina de um instante fora passar da retaguarda para a vanguarda.   
   Ao chegar ao bastião, os quatro amigos viraram-se para trás.   
   Mais de trezentos soldados de todas as armas estavam aglomerados à porta do acampamento, e em um grupo separado podia-se distinguir o Sr. de Busigny, o dragão, o suíço e o quarto apostador.   
   Athos tirou o chapéu, colocou-o na ponta da espada e agitou-o no ar.   
   Todos os espectadores responderam à sua saudação, acompanhando esta cortesia com um grande hurra que chegou até eles. Depois disto, os quatro desapareceram no bastião, onde Grimaud já os havia precedido.   

   O CONSELHO DOS MOSQUETEIROS   

   Como Athos previra, o bastião estava ocupado unicamente por uma dúzia de mortos, tanto franceses como rocheleses.   
    - Meus senhores - disse Athos, que assumira o comando da expedição -, enquanto Grimaud vai pôr a mesa, comecemos por recolher as espingardas e

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